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PORTUGAL PODE ADERIR AO NUCLEAR Fevereiro 5, 2007

Posted by Rui Formiga in Política.
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Central Nuclear em PortugalPortugal pode ter uma central nuclear dentro de 8 anos. Quem o disse foi Sampaio Nunes – director do projecto de energia nuclear em Portugal – em declarações à TSF. A sua equipa vai apresentar ao Governo, já na próxima quarta-feira, um estudo exaustivo sobre a viabilidade técnica e económica da construção de uma central deste tipo no nosso país.

Segundo Sampaio Nunes, caso o Gorverno aceite o projecto, a central será construida única e exclusivamente através de financiamento privado. Afirma ainda que com a concretização deste projecto «podemos reduzir a factura eléctrica, que é claramente uma preocupação que neste momento a economia portuguesa tem e deve ter, sem que seja necessário qualquer tipo de subvenção pública».

A fábrica funcionaria com matéria-prima totalmente nacional, visto que se estima que em Portugal existam cerca de 15 mil toneladas de urânio – a quantidade de matéria que normalmente é utilizada em toda a vida de uma centra deste tipo. Assim, nunca haveria despesas com importação de matéria-prima.

O relatório projecta ainda que a construção da central nuclear pode arrancar dentro de 4 anos e que o reactor pode estar a funcionar em 2015.

Até aqui o nosso Governo recusou sempre a adesão à energia nuclear. Vamos ver se, com uma proposta tão apelativa, os nossos “manda-chuvas” não mudam de ideias. E vamos ver, sobretudo, se estão tão preocupados com o Aquecimento Global como a equipa do ACONTECE…

Comentários»

1. Carlos José Teixeira - Fevereiro 13, 2007

Ora aqui está um assunto que me deixa indeciso.
Se, por um lado, temos o aquecimento global provocado pelas emissões de carbono frequentes nas centrais térmicas, por outro lado, temos os desperdícios das centrais nucleares que para algum lado hão-de ir.
Sabemos o perigo existente relativamente ao efeito de estufa mas também sabemos a meia-vida de um átomo e o que são águas pesadas.
As centrais hidroeléctricas, por seu turno, implicam o desvio de cursos, a racionalização de águas nas fronteiras, inundações e por aí fora.
Tenho cá para mim que ainda assim, a construção de um parque eólico não seria tão má ideia assim, que o aproveitamento da energia solar também o não seria.
Mas parece-me que, durante muito tempo, isto hão-de ser “esquisitices mirabolantes” de visionários… talvez o sejam até ser tarde demais…


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